São Leopoldo - Rio Grande do Sul - Brasil

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Animais gritam:

Circo
Rodeio (filme)
Rodeios
Animais como alimento
O Natal da vaca 2804

Texto do filme:
"Earthlings"


Notícias do mundo animal

    Heris

  1. Pit bull deu a vida para salvar o dono
  2. Um co salvou uma criana de 1 ano de ataque de uma cobra
  3. Co evita acidente aéreo em aeroporto da Itália
  4. Vira-lata salva dono de ataque de pit bull
  5. Anti-Heri

  6. Pessoa negativa: O deputado EDISON PORTILHO (RS)
  7. Matando animais em nome da curiosidade e crueldade

  8. DECLARAO DE UM MÉDICO ANTI-VIVISSECCIONISTA
  9. Diga no aos experiências com animais!
  10. NO ao uso de Animais no Ensino Superior
  11. Diversos

  12. Perfume na base de maus tratos
  13. Em casos de intoxicao de animais:
  14. 52 Festa do Peo de Boiadeiro em Barretos
  15. Saúde do Beija-flor
  16. Ces em apartamentos!
  17. Alementao sem sofrimento animal

Pit bull deu a vida para salvar o dono...

Thor, um cachorro da raa Pit Bull, de um ano e seis meses de vida, está à beira da morte por causa das mais de 300 picadas de abelhas, recebidas enquanto tentava salvar seu dono, o torneiro mecânico Tiago Barbosa Andrade, morador do bairro So Miguel, em Lages. Na última sexta-feira à tarde, como de costume, Tiago saiu de casa, acompanhado pelo cachorro, para pescar no rio Caveiras, em um local que fica nos fundos da área conhecida como Morro do Prudente. Lá, também como fazia periodicamente, atravessou o rio por cima de uma tubulao. Quando chegou do outro lado, percebeu que o companheiro havia ficado na outra margem. Voltou para ver o que tinha acontecido e quando chegou viu que Thor estava sendo atacado por um enxame de abelhas. "Corri para tentar livrá-lo das abelhas, mas ele no deixava que me aproximasse, impedindo, assim, que as abelhas me atacassem também",

Contou Tiago. "Mesmo assim, os insetos vieram para cima de mim e o Thor veio me ajudar. Puxou meu moletom até que as abelhas saíssem. Mesmo assim, recebi picadas por todo o corpo e muitas delas ficaram presas ao meu cabelo que tive que cortar", contou ele. Para proteger o dono, Thor corria cada vez que Tiago se aproximava, até que se perdeu e, apesar das buscas, somente foi encontrado, por pescadores, na tarde de sábado (10). Foi o irmo de Tiago quem encontrou com os pescadores quando eles carregavam o animal, quase desacordado, cheio de marcas dos ferres que recebeu. O co foi levado ao veterinário. Thor foi atendido pela médica veterinária Caril Schweitzer Dalmolin que, desde o internamento, utilizou-se de todos os procedimentos possíveis para o quadro do animal que, pelo número de picadas e grande quantidade de toxinas (apitoxina) no organismo, apresentava nefro e hepatoxicidade, com sinais de icterícia, além de vômito, sangramentos (hematemese) e convulses neurológicas.

"Em todos os anos de profisso já assisti muita situao, mas esse caso me comoveu. O co, literalmente, deu a vida pelo dono, numa atitude de coragem e dedicao", disse a veterinária, emocionada. "Foi uma lio de vida, vou guardar o olhar dele para sempre", completou. Apesar dos esforos o animal no reagiu a nenhum dos tratamentos, apresentando comprometimento de diversos órgos. Thor morreu por volta das 15h30min de ontem. "Se ele no tivesse morrido teria que optar pela eutanásia para libertá-lo do sofrimento", argumentou Caril.

Caril chama a ateno para o fato de que os ces da raa Pit Bull so considerados agressivos, isso porque so o resultado de uma mistura de raas, criada para a defesa e o ataque. "No entanto, assim como existem as pessoas boas e as más, também existem os ces bons e os maus", frisou ela. "Os Pit Bulls so da mesma forma: se forem criados com amor, carinho e dedicao, sero ces dóceis e companheiros de seus donos", concluiu ela.

Tiago conta que pegou Thor quando ele tinha cinco meses e sempre procurou criá-lo junto a outras pessoas, sempre com muito carinho. "Ele no era um co agressivo", concluiu o torneiro mecânico.
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O deputado

EDISON PORTILHO

(RS) teve a desventura de criar um projeto de lei que permite que os animais sejam torturados e sacrificados em rituais religiosos. O Deputado EDISON PORTILHO, sabendo que os protetores dos animais se manifestariam, fez a seguinte trama: marcou a apresentao para votao da lei num dia de julho, mas fez um chamado urgente e marcou a reunio às pressas, mais cedo. Os únicos avisados foram os demais deputados. Ou seja: no havia defesa. Os animais no tiveram oportunidade de ter pessoas que os representassem. Quem poderia responder por eles? E aconteceu o que mais temíamos: houve 32 votos contra os animais e apenas 2 a favor. Os animais agora podero ter olhos e dentes arrancados e cortados em vários pedaos para fazer o tal Banho de Sangue. Os animais que no servem mais para o ritual so mortos a sangue frio, conscientes e sem qualquer anestesia ou método de desensibiliao. Por isso, vamos garantir que o "ilustre" deputado nunca mais consiga se reeleger Passe adiante, grave este nome EDSON PORTILHO e garanta que este deputado no se eleja mais para nada...

Os animais contam com você!
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Saúde do Beija-flor

É comum quando gostamos de pássaros, especialmente beija-flores, colocarmos-lhes água com aúcar nos bebedouros. Entretanto saibam que

ISSO MATA O BICHINHO.

Deixem- me explicar melhor: o aúcar em contato com a água forma um fungo que traz doena, semelhante ao câncer, no biquinho do beija- flor

A saída é comprar Thrill ou assemelhados, como o Néctar que é vendido nos supermercados e que já vêm adoados sem adio de aúcar, garantindo, desta forma, a saúde do bichinho! O pacote custa R$ 6,70 e dura 2 ou 3 semanas dependendo da quantidade de bebedouros que você tiver. Além do mais você pode deixar a soluo lá por 5 dias sem problemas, enquanto que a água com aúcar tem que ser trocada diariamente, e o bebedouro deve ser fervido e muito bem limpo para no matar o beija- flor.

O problema é que a grande maioria das pessoas no sabem disso, ento, por favor, divulguem a informao pois é muito triste sabermos que as pessoas que gostam de cuidar dos beija-flores podem acabar provocando suas mortes. Beijos de quem AMA pássaros ... SOLTOS !!
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Promotor defende bem-estar de porcos e frangos

ZH 141007 N 15392

Se métodos de criao no forem alterados, ele vai ajuizar ao
Observar como vivem os frangos destinados à avicultura de produo de ovos e os porcos reservados à suinocultura motivou o promotor Jaime Chatkin a lutar pelo bem-estar dos animais na regio de Pelotas.
Indignado com a disposio dos bichos nas gaiolas e a restrio de movimentos e técnicas - que incluem extrao de dentes e corte dos bicos - , Chatkin abriu inquérito civil para investigar maus-tratos.
Vegetariano, o promotor só consome ovos cujo aviário atesta a procedência de aves criadas semilibertas. E transformou sua convico pessoal em bandeira de luta no Ministério Público de Pelotas.
- Nunca vi nada to degradante como o tratamento aos animais - diz.
Além das vistorias, ele fez audiências com produtores e afirma que as práticas impedem os animais de ter comportamento natural. Agora, Chatkin pretende propor acordo para que os métodos sejam alterados ou ajuizar ao contra os produtores.

Maria Luiza Nunes, presidente do Movimento Gaúcho de Defesa dos Animais, apóia a iniciativa:
- As normas técnicas esto hierarquicamente abaixo da Constituio. O promotor está amparado na lei maior.
Chatkin afirma ainda que as Boas Práticas de Produo (BPPs), orientaes técnicas que levam em considerao o bem-estar animal na suinocultura e na avicultura de postura so insuficientes. Ele afirma que as BPPs do prioridade ao lucro.
O promotor cita como exemplos as dimenses reduzidas de gaiolas e jaulas. Nas vistorias, ele encontrou suínos maiores do que as jaulas onde viviam, provocando ferimentos.
( eduardo.cecconi@zerohora.com.br )
EDUARDO CECCONI
Saiba mais
Boas Práticas de produo
- So baseadas em especificaes legislativas, requisitos sanitários e padres de higiene das áreas de ambiente, manejo, bem-estar, sanidade, nutrio e segurana alimentar
- O manejo dos animais é minuciosamente descrito, com indicaes de materiais, produtos, prazos, dimenses e métodos específicos. Nas indicaes de gaiolas, por exemplo, seguem-se as orientaes dos fabricantes
Constataes do MP
- Segundo o promotor Jaime Chatkin, as propriedades rurais adotam métodos que buscam o lucro e a produtividade, em detrimento ao bem-estar animal.
- Nas vistorias, ele encontrou aves espremidas em pequenas gaiolas e suínos enclausurados em baias solitárias.
- Para Chatkin, a privao de movimentos soma-se a mutilaes e encurtamento do período de vida. Também há crítica ao descarte de filhotes ou machos e aos métodos de abate.
- A promotoria pretende mostrar como so produzidos ovos e carne comercializados, para que o consumidor escolha o produto conhecendo o manejo do animal.
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Vira-lata salva dono de ataque de pit bull

Portador de deficiência física Paulo Sergio de Jesus foi atacado por co enfurecido. Dono do pit bull foi autuado por omisso de cautela na guarda ou conduo de animais. O portador de deficiência física Paulo Sergio Moreno de Jesus, 38 anos, foi salvo pela cadela dele do ataque de um pit bull, na tarde de segunda-feira (8), no Centro de Bataguassu (MS), que fica a 334 quilômeros de Campo Grande. A cadela, chamada Bruna, sofreu cortes profundos no focinho e nas orelhas. Ela foi medicada e no corre risco de morrer. O cortes no foram suturados, pois a idade de Bruna no é conhecida, o que impossibilita saber a dosagem exata de anestésico.

Segundo a Polícia Civil, Jesus estava transitando pela calada quando um co da raa pit bull, enfurecido, tentou atacá-lo. O animal foi contido pela cadela dele, uma vira-lata.De acordo com Jesus, Bruna caminhava ao seu lado quando o pit bull comeou a rosnar. "Ela pulava e ficava na minha frente sempre que o cachorro tentava me atacar", disse. Por várias vezes o pit bull tentou atacá-lo. Um policial teve de ajudar Jesus durante uma das investidas do cachorro. Eu a conheci em Bataguassu há dois anos. Ela vivia com outros cachorros de rua. Sempre que passava por lá, ela me seguia. Comprava algo para comer e dava para ela. Peguei carinho. Agora, ela no larga de mim", disse Jesus. O dono do pit bull, que é veterinário, se prontificou a redobrar a vigilância sobre o animal para evitar novos ataques. Ele foi autuado pela polícia por omisso de cautela na guarda ou conduo de animais.
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DECLARAO DE UM MÉDICO ANTI-VIVISSECCIONISTA

O Prof. salvatore Rocca Rossetti, cirurgio, professor de Nefro-Urologia da universidade de Turim, chefe do Instituto de Urologia da Univesidade de Turim e membo da LIMAV:

"Vi cirurgies fazerem experiências com certos órgos de um co acreditando q fossem idênticos aos órgos dos seres humanos e no sabiam que estavam cortando um órgo diferente: uma glndula linfática em vez da tiróide. No conheo ninguém que tivesse virado cirurgio porque aprendeu a operar em animais. Ao contrário, só DESAPRENDEU. Pude observar isso durante muitas décadas na minha profisso e na qualidade de diretor de institutos. Infelizmente com muita freqüência no se tem tempo para tomar o aluno pela mo e conduzi-lo através de um estudo semiótico (dos sinais de uma doena) ou no se ensina a ele como operar o fígado de um paciente ou como aprender as práticas cirúrgicas (o que significa um grande investimento de tempo). Envia-se este aluno, sem qualquer experiência e quase sempre sozinho, para um laboratório de cirurgia animal, com a esperana infundada que ele possa ali aprender alguma coisa. Há outros modelos de aprender a técnica operatória; p.ex., o cadáver humano, que representa a base fundamental para qualquer cirurgio.

Realizei dezenas de milhares de intervenes nos homens sem nunca ter feito antes no animal. Fazer operaes importantes todos os dias faz parte do nosso trabalho. No apenas eu, mas todos nós trabalhamos assim e NINGUÉM FEZ EXPERIÊNCIAS COM ANIMAIS. Cada um de nós foi treinado, após a formao teórica por um arteso na prática operatória. A cirurgia é um artesanato que é transmitido de pai para filho. Chegamos lentamente a uma tal maturidade que nos permite - tendo aprendido a técnica básica em larga escala - fazer todo o resto. TRATA-SE DE TER A CONSCIÊNCIA E O CONHECIMENTO À ALTURA" (Declarao feita à OIPA -Organizao internacional de Proteo Animal - em 1991)
Quem no concorda com isso com certeza no tem a consciência nem o conhecimento à altura...

PAISES ESTAO DIZENDO NO À VIVISSECO

Várias diretrizes da Unio Européia foram firmadas com o propósito de abolir os testes com animais, dentre eles o terrível DL 50. Trata-se, portanto, de uma tendência mundial, em que a preocupao com o bem-estar dos animais de laboratório provoca discusses éticas no meio acadêmico e científico.

Na Europa muitas faculdades de medicina no utilizam mais animais, nem mesmo nas matérias práticas como técnica cirúrgica e cirurgia, oferecendo substitutivos em todos os setores.

Na Inglaterra e Alemanha, a utilizao de animais na educao médica foi abolida. Sendo que na Gr-Bretanha (Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda) é contra a lei estudantes de medicina praticarem cirurgia em animais. Note-se que os médicos britânicos so comprovadamente to competentes quanto quaisquer outros.

A produo de anticorpos monoclonais por meio de animais foi banida na Suía, Holanda, Alemanha, Inglaterra e Suécia.

Na Itália, entre 2000 e 2001 mais de um tero das universidades abandonaram a utilizao de animais para fins didáticos. A Província de Sul de Tirol, Itália, proibiu a experimentao em animais ao longo de seu território.

Nos EUA, mais de 100 faculdades de Medicina (70%) no utilizam animais vivos nas aulas práticas. As principais instituies de ensino da Medicina, como a Harvard, Columbia, Stanford e Yale julgam os laboratórios com animais vivos desnecessários para o treinamento médico

EMAIL PARA PROTESTO: medicina@unisul.br
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Condomínio no pode proibir ces pequenos em apartamento

11/09/2007 - Consultor Jurídico

Os proprietários de um apartamento, em Taguatinga (DF), podero criar seu co de estimao na própria residência, apesar de as normas do condomínio proibirem a prática. A deciso é da 6 Turma Cível do Tribunal de Justia do Distrito Federal. Os desembargadores entenderam que os condôminos têm o direito de criar animais de estimao, desde que eles no tragam incômodo, transtorno ou perigo para a coletividade. O condomínio pode recorrer.

O casal autor da ao afirma que o filho já tinha o co da raa Basset há quase três anos quando eles compraram o apartamento no condomínio Vitória Régia. Como o condomínio no permite a presena de animais, eles deram o cachorro logo que se mudaram. Acreditaram, na ocasio, que isso no causaria problemas à saúde do filho. Segundo os pais, o menino mantém acompanhamento psicológico e psiquiátrico. De acordo com os médicos, o tratamento do menino poderia ser melhor com a presena do animal porque a criana se queixa da perda.

A me da criana diz que procurou a síndica a fim de tentar obter autorizao para possuir o co em casa, mas no conseguiu. O casal sustenta que a proibio expressa na conveno do condomínio no pode se sobrepor ao direito de propriedade consagrado na Constituio Federal (artigo 5, XXII) e no Código Civil (artigo 1.228), desde que no cause perturbao ao sossego e à saúde dos condôminos.

O Condomínio Vitória Régia alega que as suas normas internas so absolutas e têm fora obrigatória. Segundo o condomínio, cabe somente à assembléia geral dos condôminos, se for o caso, modificar as regras.

De acordo com o síndico, as normas vigentes traduzem um projeto de vida condominial levado a efeito pela coletividade. O objetivo é zelar pela segurana, silêncio e limpeza. Além disso, a norma serve para atender as necessidades de condôminos que no gostam, no toleram ou no têm condies psicológicas de conviver com animais.

Para o condomínio, a pretenso dos autores fere o princípio da razoabilidade e o direito de propriedade dos demais condôminos. Segundo ele, tendo conhecimento da proibio de se criar qualquer raa de cachorro no local, o casal adquiriu o imóvel e tenta impor a todos a convivência com um co.

De acordo com os desembargadores, se no há prova de que o animal pe em risco a tranqüilidade e a saúde dos condôminos, prevalece o direito individual, a ser exercido na justa medida, buscando compatibilizar as regras em confronto.
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DIGA NO À REGULAMENTAO
DIGA SIM PELA PROIBIO TOTAL DO USO DE ANIMAIS



PL 1153/95 - ENVIE SUA MENSAGEM AOS DEPUTADOS
Pessoal,
O Projeto de Lei 1153/95, que REGULAMENTA O USO DE ANIMAIS EM EXPERIMENTOS CIENTÍFICOS EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL, está atualmente em tramitao no Congresso Nacional. Isto significa que os deputados decidiro, nos próximos dias, se a lei que PERMITE A EXPERIMENTAO ANIMAL será aprovada ou no. Nós podemos agir da seguinte forma:
1) entre no site http://www2.camara.gov.br/internet/popular/falecomdeputado.html/
2) clique em "solicitar"
3) no espao "Nome do Deputado", selecione a opo TODOS (é a última opo)
4) no espao "Seu comentário", cole a seguinte mensagem:

Caros Deputados,
Gostaria de solicitar aos senhores que NO APROVEM o Projeto de Lei 1153/1995, atualmente em tramitao, o qual regulamenta a EXPERIMENTAO ANIMAL em todo o território nacional. Considero esta prática no só totalmente desnecessária como também antiética, cruel, irracional e prejudicial no só aos animais como também aos seres humanos. A ciência já avanou o suficiente para entender que o uso de animais em experimentos no possui nenhum valor científico, uma vez que somos anatomica, biológica, genética, metabólica e psquicamente distintos dos mesmos.

A campanha CONTRA a aprovao deste Projeto de Lei está crescendo na Internet, através de listas de discusso de email's e no Orkut. Milhares de pessoas esto acompanhando a ao dos senhores. Por isso, pensem bem antes de tomar uma deciso, e lembrem-se que milhares de futuros votos esto em jogo no momento.

Grato pela ateno,
(Nome)
(RG)
(CPF)
(cidade - estado)

- No se esqueam de colocar o nome, RG, CPF e cidade-estado, pois isto prova que vocês so ELEITORES!
DIVULGUEM PARA SUA LISTA DE CONTATOS! SE MILHARES DE PESSOAS ENVIAREM A MESMA MENSAGEM AOS DEPUTADOS, ELES PERCEBERO QUE UMA SIGNIFICATIVA PARTE DA POPULAO ESTÁ ACOMPANHANDO A TRAMITAO DO PROJETO DE LEI. ISTO INFLUENCIARÁ NA DECISO DELES!
Fábio Paiva
Ativista em defesa dos Direitos Animais
http://www.holocaustoanimal.org/
http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/
junte-se ao boicote contra a China
http://www.thepetitionsite.com/takeaction/395884823

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Almíscar

Perfume agradável, cheiroso...
ORIGEM: sofrimento de animais!
Este simpático animal, o almiscareiro ( Moschus moschiferus), mamífero da família dos cervídeos, originário da Ásia e da África, é provido de uma glândula em seu ventre Que secreta uma substância odorífera denominada almíscar. Recente Investigao da WSPA revela mais uma crueldade, Similar à dos ursos da China, para produzir perfumes à base de almíscar.

O animal capturado fica até 15 anos na mesma posio, Sendo manipulado apenas para retirada do líquido que produz o perfume.

Divulgue!
Muitos usam perfumes ou outros produtos que contém essa substância Sem saber da sua origem!!

Boicote é o primeiro passo para ajudar!
No usem produtos que contenham almíscar natural! (Na dúvida, melhor no usar nenhum que seja de almíscar, jamais)
ALMÍSCAR => Mais uma vaidade à custa do sofrimento dos animais...
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Co evita acidente aéreo em aeroporto da Itália


Um co da raa Volpino italiano "salvou" o vôo 1161 da companhia aérea Blue Air, que partia de Roma, na Itália, com destino a Bucareste, na Romênia. Ele conseguiu "avisar" o comandante da aeronave que o bagageiro estava aberto no momento em que o avio preparava-se para decolar. Segundo o jornal La Repubblica, caso o vôo tivesse decolado, a abertura da porta poderia ter impedido a pressurizao correta da aeronave, causando graves problemas ao Boeing 737, que carregava 140 passageiros.

O co, que tem 2 anos, conseguiu escapar da gaiola durante o procedimento de taxiamento da aeronave, que se dirigia até a pista e estava prestes a decolar. Ele ento pulou para fora do bagageiro, pois a porta tinha sido deixada aberta. Já do lado de fora, o animal comeou a correr atrás da aeronave na qual estava seu dono, o romeno Stoica Ionut, que avistou o cachorro na pista e informou uma comissária de bordo. Ela ento comunicou o piloto, que interrompeu o procedimento de decolagem.

Inicialmente, Ionut pretendia levar o co a bordo como bagagem de mo, tanto que a porta da gaiola utilizada para transportá-lo estava fechada apenas com uma fita adesiva, fora dos padres exigidos pelas empresas aéreas. A companhia, entretanto, no admite animais a bordo, e encaminhou o Volpino imediatamente para o bagageiro da aeronave http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1821908-EI8142,00.html
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NO ao uso de Animais no Ensino Superior

Enviado por: "Róber Freitas Bachinski" hoberfb@gmail.com - Qua, 18 de Jul de 2007 1:09 am Pessoal, por favor, assinem e divulguem essa petio. Ela é muito importante. Quanto mais pessoas assinarem, mais apoio teremos no processo de Objeo de Consciência contra a UFRGS ( www.gaepoa.org )

Para Assinar:
http://www.petitiononline.com/ensetico/petition-sign.html ?

NO AO USO DE ANIMAIS NO ENSINO!
O uso de animais no Ensino está a cada dia sendo mais questionado em todo o mundo, tanto pela sociedade civil, quanto por cientistas, profissionais, educadores e estudantes.
Um exemplo desse questionamento é que em 2003, 84% dos alunos do curso de Medicina Veterinária da FMVZ da USP, responderam que deveria constar como obrigatória a cadeira de "Ética e Bem-Estar Animal", enquanto que, em 2001, apenas 65% dos alunos eram favoráveis (SILVA, 2003, p. 74).
O uso prejudicial de animais na educao ainda é obrigatório na maioria das universidades brasileiras e no possuímos dados para computar a quantidade de vidas de animais desperdiadas.
É importante salientar que essa prática no vitima apenas os animais. Muitos alunos também so vítimas morais da imposio dessas práticas, quando so colocados no dilema "matar para salvar" (GREIF, 2003. p. 15 22). O dilema "matar para salvar" está presente no conhecimento oculto transmitido para os alunos.
Devido a presses sociais, na Inglaterra é proibido o uso de animais no ensino desde 1876, pela lei "Cruelty to Animals Act" (Ato de crueldade com Animais).
Em 1886 Áustria e Alemanha também aboliram o uso de animais no ensino.
Nos Estados Unidos, 75% das universidades no usam animais de forma didática, incluindo Columbia, Harvard, John Hopkins, Stanford e Yale, consideradas excelências no ensino.
No Brasil a Lei de Crimes Ambientais, 9.605 de 1998, no parágrafo 32 diz:
"Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena deteno, de três meses a um ano, e multa.
1 - Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
2 - A pena é aumentada de um sexto a um tero se ocorre morte do animal"
Se todas as universidades da Inglaterra, Alemanha e Áustria, mais 3/4 das universidades dos Estados Unidos no usam animais no ensino, significa que há alternativas. Devemos pressionar os professores a procurarem e utilizarem esses métodos.

NÓS NO APOIAMOS O USO DE ANIMAIS NO ENSINO SUPERIOR!
Por mais irreal que possa parecer, uma das drogas mais prescritas nos EUA e no Brasil é feita a partir de urina de éguas grávidas. Essa droga é o

Premarin

, um substituto de estrogênio fabricado pelo laboratório Wyeth-Ayerst e consumido por milhes de mulheres em todo o mundo, para aliviar os sintomas da menopausa.

Wyeth-Ayerst diz que o ingrediente secreto, urina de éguas grávidas (PMU- pregnant mares urine), coloca o medicamento à parte das outras drogas equivalentes existentes no mercado. Mas Premarin contém outro ingrediente secreto: Para produzir Premarin, éguas so engravidadas e presas em minúsculas celas de estábulos que medem 1,68 m x 2,43 m. Por seis meses, enquanto seus corpos esto produzindo altos índices de estrogênio, essas éguas no podem dar mais que um passo ou dois em nenhuma direo, se virar ou mesmo deitar confortavelmente. É comum desenvolverem fraqueza tal que nem podem ficar em pé.

As éguas so foradas a usar um saco de borracha coletor de urina que machuca sua pele e causa feridas, 24 horas por dia. Também é negado acesso livre à água, para que a urina coletada contenha índices concentrados de estrogênio. Isso pode provocar problemas renais e de fígado, além de causar ferimentos por elas ficarem desesperadas na hora em que a água é distribuída, uma vez que sentem sede o tempo todo.

Eu no sou uma pessoa preocupada com direitos dos animais. Se o Premarin fosse o melhor produto eu diria use e pro inferno os cavalos. Mas no é assim, portanto, eu no prescrevo.
Dr. Phillip Warner, diretor do Menopause Institute , Norte da California

Uma nova bomba na relao estrogênios e doenas do corao. Dois estudos envolvendo milhares de mulheres mostram que a reposio de hormônios sintéticos aumenta o risco de ataque do corao em mulheres que esto na pós menopausa..
PREMARIN
(conjugated estrogens tablets)
...é indicado para preveno e controle da osteoporose , para o tratamento de sintoma vasomotor severo ou moderado e secura vaginal associados com menopausa. Pode haver efeitos colaterais com o uso de Premarin.Um é a possibilidade de se desenvolver câncer de útero...efeitos colaterais do PREMARIN incluem coágulos sangüíneos, náusea, vômitos e seios doloridos.

PREMPHASE
(conjugated estrogens/medroxyprogesterone acetate tablets)
... Pode haver efeitos colaterais com o uso de PREMPRO e PREMPHASE. Estrogênio pode aumentar o risco de câncer de útero.
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Em casos de intoxicao de animais:

E intoxicao é destaque da linha de produtos da Vetnil.

Medicamento da Vetnil é utilizado pelos donos de pets como primeiro socorros para inibir a ao de substâncias tóxicas que podem causar a morte do animal. Por mais que o dono tenha extremo cuidado com a saúde do seu animalzinho, as situaes inusitadas do dia-a-dia mostram que o pet pode ingerir por engano um veneno ou até substâncias tóxicas, podendo levá-lo à morte. Para que seus donos estejam preparados em casos de envenenamento e intoxicaes, o laboratório veterinário Vetnil Group apresenta o

Enterex

como uma das primeiras medidas de tratamento.

O medicamento retém as toxinas e os venenos presentes no estômago e intestino do animal eliminando-os do organismo pelas fezes. Prescrito pelo médico veterinário, o ideal é que o dono do animal mantenha o Enterex em casa para qualquer imprevisto. Deve ser usado via oral, adicionado nos alimentos ou diluído na água, até 24 horas após a ingesto das substâncias nocivas.

O Enterex possui em sua formulao carvo ativado e zeolita, ingredientes que impedem a ao das substâncias tóxicas, e a pectina e o caulim, que protegem a mucosa intestinal. "Por no ter contra indicaes, também auxilia no tratamento de diarréias, pois inibe a ao das toxinas produzidas por bactérias", afirma o gerente de Informao da Vetnil, Douglas Willens de Souza

Para pets, está disponível em saches de 8 gramas ou frasco de 40 gramas para diluio.*Mais informaes no site www.vetnil.com ou no SAC 0800.109.197

http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=13419
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Um pequeno co, da raa Chihuahua, salvou uma criana de 1 ano de ataque de uma cobra

na cidade de Masonville, no Estado do Colorado, Estados Unidos. Booker West, neto da dona do cachorro, estava brincando em uma fonte para pássaros no jardim de casa quando uma cobra se aproximou e avanou em sua direo.

"Ela se colocou entre Booker e a cobra, foi quando ouvi seu choro", contou o avô Monty Long. A pequena Zoey levou as picadas da cobra no lugar da criana.

A cadela recebeu atendimento médico e os veterinários chegaram a pensar que ela no sobreviveria, mas ela se recuperou totalmente. "Estes pequenos ces no recebem o crédito devido", disse a dona, Denise Long, ao jornal Loveland Daily Reporter-Herald.
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Penas aplicadas para maus tratos de animais


No mês passado um homem foi condenado por abandonar uma cadela ao mudar-se de casa em Bauru (SP). Alex Aparecido Caldeira deixou Lilica amarrada ao trocar de residência e o animal foi obrigado a se alimentar das próprias fezes até ser encontrado, após uma quinzena. Como pena, foi multado e obrigado a permanecer durante 15 dias em deteno (os quais puderam ser cumpridos em liberdade). Ainda em junho, no Paraná, um homem foi condenado a oito meses de priso em regime aberto e multa de dez salários por mutilar as patas traseiras de um co da vizinhana.

Na mesma linha, em abril deste ano, Dorgival Nunes, foi condenado por matar sua cadela em Feira de Santana na Bahia. Ele executou seu animal de estimao e, após ser denunciado por um vizinho, assumiu o crime e foi processado judicialmente. Como pena, foi obrigado a prestar servios para uma ong cuidando de ces e gatos. Um mês depois, no Rio Grande do Sul, um homem foi condenado a um ano e seis meses de priso em regime aberto por maltratar um cavalo e forá-lo a carregar excesso de peso.

Nos últimos dois anos acompanhamos pelo menos uma dezena de casos, em todo o país, em que crimes contra os animais resultaram em algum tipo de penalidade para os responsáveis. Atualmente contabilizamos a média de um ou dois casos mensais em todo o Brasil. Pode parecer um número pequeno, mas comparando-se aos inexpressivos, quase nulos, episódios do passado, esta é uma vitória notável.

Essas decises da justia reunidas jurisprudência so algo extremamente benéfico para a proteo dos animais. O artigo 32 da Lei Federal 9.605/98 indica que maus-tratos aos animais é crime, com pena de 3 meses a 1 ano de deteno e multa. A lei permite a transao penal, situao em que o réu primário deixa de ser processado e paga uma multa, além de prestar servios comunitários.

Para saber um pouco mais sobre as implicaes jurídicas deste acontecimento, o Notícias da ARCA conversou com o promotor Laerte Levai, reconhecido especialista em direito e justia animal:

ARCA - Pode ser dito que os casos na justia de violência contra animais esto ganhando uma certa jurisprudência?
Laerte -Em sentido técnico a jurisprudência é uma reunio de decises judiciais vindas de julgamentos de processos. Embora as transaes penais [troca do processo por multa e servios prestados à comunidade] no sejam jurisprudências, elas têm esse mesmo sentido porque mostram uma inclinao jurídica em decidir os casos de uma forma similar. Portanto, há uma jurisprudência.

A legislao que protege os animais é satisfatória?
Existe uma crítica ao fato de a pena para esses crimes ser branda, mas antes celebrar uma boa transao penal que correr o risco de o processo resultar inútil.

A tendência é de que haja um número cada vez maior de condenaes?
Em alguns casos o processo acontece sem nenhum benefício ao infrator (transao penal ou suspenso processual), gerando uma condenao. A tendência da Justia, porém, é celebrar cada vez mais transaes penais pedagógicas.

As penalidades so imputadas da maneira apropriada? Como o animal fica no meio disso tudo?
Essa questo é complicada em nosso sistema jurídico, onde o paradigma centrado sempre no homem é adotado pela maioria dos juristas. No meu entender o animal deve ser respeitado pelo que ele é, no pelo que ele pode servir ao homem. Quanto à melhor punio, é aquela que faz o infrator conscientizar-se de seu erro, seja mediante a obrigao de prestar servios à coletividade, ou de contribuir com ONGs que defendem os animais.

Essas penalidades podem inibir novos crimes contra os animais?
É preciso que o cidado saiba que maltratar animais constitui crime e que essa conduta pode gerar alguma reprimenda a ele. No acredito, porém, que um malfeitor possa se regenerar apenas por ter sido punido. Parece-me que, em muitos casos, a maldade faz parte da natureza humana. Resta o consolo, porém, de que a condenao do infrator e a divulgao pública do que ele fez gera um efeito pedagógico importante na sociedade, estimulando outras pessoas a denunciar aqueles que cometem atos de crueldade.

Essa é uma vitória da proteo animal?
Sim, quanto mais pessoas souberem que maltratar animais é crime e que os abusos devem ser denunciados às autoridades competentes, mais acredito que a situao possa melhorar.

Quais seriam os próximos passos?
Trabalhar melhor a questo educacional. Fazer com que a essa educao no seja apenas sentimental, mas sobretudo racional, mostrando também que o direito dos animais existe e é correlato ao direito dos homens. Os legisladores também poderiam colaborar com a propositura de leis que favorecessem os animais explorados pelo homem. E a própria mídia pode ajudar nesse objetivo, seguindo o exemplo da TV Record que, recentemente, exibiu um ótimo documentário sobre os direitos dos animais no programa Repórter Record.

Qual o melhor procedimento para se denunciar maus-tratos animais?
Em se tratando de um crime, o denunciante pode acionar a Polícia Militar ou Ambiental, comparecer à delegacia do bairro para registrar ocorrência, buscar auxilio de alguma ONG de proteo animal ou, se preferir, encaminhar uma representao (denúncia escrita) ao Promotor de Justia de sua cidade (Ministério Público).

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