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A preparação para o grande momento pode levar horas! Não basta o cão aparecer limpo e saudável, livre de parasitas e alegre. Um bom "handler" sabe também como mostrar o lado fortes do cão e como se "esconde" as pequenas falhas.

Um cão com um "handler" diante de um árbitro numa exposição - Tudo deve ser avaliado, dos dentes à estrutura óssea, tamanho das orelhas e do focinho, relação entre altura e comprimento, pelagem, porte da cauda, dorso e muito mais.

A exposição

Nas exposições há especialistas que comparam cada animal com o padrão da raça. O cão que chega mais perto deste padrão será o premiado. Existem vira-latas com aparência que chegam muito perto de certos padrões de raça, mas pela falta de conhecimento sobre os antepassados deles, eles não podem garantir filhotes da mesma aparência. Eles não são de raça. A aparência do cão não faz a raça, nem o pedigree. O que faz a raça é a filiação registrada no documento. O que vale para procriar é o pedigree mais a aparência.


Exemplo 1: Um Dogue Alemão pode ser de cor cinza e receber um pedigree. Ele é puro. Mas o cinza nesta raça não faz parte do padrão da raça. Então um Dogue Alemão cinza nunca vai ser premiado numa exposição. Para os criadores ele vale tanto quanto um vira-latas mas pode ser um cão maravilhoso, cuidar da casa, salvar vidas e trazer uma imensa alegria.

Exemplo 2: Nasce um Dachshund de pernas compridas. Ele é puríssimo, pode ter um pedigree de primeira, mas o padrão da raça requer um Dachshund de perna curta. Este cão mais alto nunca vai ser premiado numa exposição. Ele não pode procriar para não espalhar mais a falha dele.


Exemplo 3: Todos nós sabemos como "deve ser" um Pastor Alemão, não é? Os filhotes que nasceram brancos foram eliminados ou doados. De repente alguém os achou bonitos e criou o Pastor Branco. A polêmica durou por anos, mas hoje ele é uma raça reconhecida.